PEE - Programa Especial de Exportação

Dobrar as exportações brasileiras até 2002 - esta é a meta que o Governo e o setor privado fixaram e que permitirá ao País passar de US$ 53 bilhões em vendas, em 1997, para US$ 100 bilhões, em apenas cinco anos. É um objetivo ambicioso, mas possível de ser alcançado, consolidando uma efetiva contribuição do setor externo para a estabilização duradoura da economia.

A perseguição desta meta inaugura, ao mesmo tempo, uma nova fase no relacionamento entre os setores público e privado, que passam a dividir as responsabilidades, para atingir a um objetivo nacional definido em conjunto.

O primeiro passo foi a criação do Programa Especial de Exportações - PEE, que se baseia em conceitos modernos de gerenciamento pelas diretrizes, já aplicados com grande êxito em empresas privadas.

 

A Evolução do Comércio Exterior Brasileiro nos Anos 90 e os Novos Desafios 3

O que é o Programa Especial de Exportações - PEE 5

O Gerenciamento pelas Diretrizes 7

Gerentes Temáticos

Gerentes Setoriais

1. A Evolução do Comércio Exterior Brasileiro nos Anos 90 e os Novos Desafios

O comércio exterior brasileiro passa por profundas transformações, nesta década. O resultado mais visível é o crescimento de 120% do comércio de bens, que passou de US$ 52 bilhões, em 1990, para US$ 114 bilhões, em 1997. Esta notável expansão traz embutida, no entanto, uma importante assimetria entre o desempenho das importações e o das exportações: enquanto as importações triplicaram, de 1990 a 1997, passando de US$ 20 bilhões para US$ 61 bilhões, as exportações cresceram, apenas, 69% - de US$ 31,5 bilhões para US$ 53 bilhões.

Ao mesmo tempo em que cria as condições necessárias para o crescimento contínuo e acelerado das exportações, a médio e longo prazos, o processo de transformação da economia brasileira, nos últimos anos, tem aumentado as necessidades de importação, a curto-prazo. Esta assimetria nos ritmos de crescimento de importações e exportações provocou, entre 1990 e 1997, uma reversão nos resultados da balança comercial brasileira de cerca de US$ 19 bilhões: de um superávit de US$ 10,7 bilhões, em 1990, para um déficit estimado de US$ 8,3 bilhões, em 1997.

Entre os fatores que mais influenciaram o comércio exterior brasileiro, neste período, destacam-se: i) a abertura da economia brasileira, com a reformulação do comércio exterior; ii) o processo de integração econômica, com a assinatura do Tratado de Assunção, em 1991, e a consolidação do MERCOSUL como União Aduaneira, a partir de 1995; iii) a estabilização da economia, com o lançamento do Plano Real, em julho de 1994; iv) a redefinição do papel do Estado, com o aprofundamento do processo de desestatização e com as reformas constitucionais do capítulo da Ordem Econômica; e v) a recuperação dos investimentos.

A abertura da economia - caracterizada pela redução da proteção tarifária, pelo fim das proibições impostas a um conjunto de importações e pela eliminação gradual das restrições não-tarifárias, proporcionou o acesso a matérias-primas, a produtos intermediários e, sobretudo, a máquinas e equipamentos mais modernos e eficientes, que estão aumentando a competitividade de todos os segmentos da economia. Esses ganhos substantivos de produtividade proporcionados pela abertura comercial acirraram, ao mesmo tempo, a competição no mercado doméstico. A abertura determinou, portanto, fortes vínculos entre o nível de atividade da economia e as importações.

O processo de integração regional - a união aduaneira do Mercosul, em 1995, aprofundou a abertura comercial por meio do estabelecimento da Tarifa Externa Comum e da liberalização do comércio entre os países do bloco. Além disso, o processo de coordenação das políticas comerciais, pré-condição em uma união aduaneira, diminuiu o grau de liberdade, no manejo dos instrumentos de comércio exterior.

A estabilização da economia - o Plano Real provocou, entre outros resultados, a ampliação do mercado interno, com a incorporação de setores da população de baixa renda, antes alijados do consumo. Com a economia aberta e o fim do imposto inflacionário, o aumento do poder de compra da população também teve efeito imediato sobre as importações brasileiras. A reforçar essa tendência, a política cambial, depois do Plano Real, deixou de ser utilizada como instrumento de incentivo às exportações e passou a refletir, de forma mais próxima, o resultado da demanda e da oferta de moeda estrangeira.

A redefinição do papel do Estado - a abertura dos setores de telecomunicações e de petróleo e o aprofundamento do programa de privatização têm reflexos importantes sobre o comércio exterior. Esse processo está permitindo a recuperação dos investimentos em infra-estrutura, mas significa maior volume de importações. Além disso, como as compras feitas pelas empresas privatizadas e pelas concessionárias de serviços públicos não mais se realizam sob o guarda-chuva das compras governamentais, o Estado deixou de ter qualquer controle direto sobre o volume de importação dessas empresas.

A recuperação dos investimentos - os investimentos estrangeiros diretos, em especial, têm impactado de forma desigual o comércio exterior brasileiro. Esses investimentos seguem, quase sempre, uma dinâmica particular: antes de se estabelecer, as empresas estrangeiras fazem um reconhecimento do mercado interno, o que significa, em muitos casos, a montagem no País de uma rede de distribuição de produtos importados da matriz. No segundo momento, quando os investimentos efetivamente se realizam, há uma demanda por importações de máquinas, equipamentos e insumos, para começar a produção no País. Apenas no terceiro momento, com a maturação dos investimentos, é que aumenta a capacidade de exportação.

O fortalecimento das exportações brasileiras, assumido como um objetivo da sociedade, permitirá que a compatibilização entre crescimento econômico e equilíbrio externo se dê em melhores condições, que se reduza a necessidade de captação de poupança externa e que se incremente a geração de empregos para os brasileiros. No momento em que as exigências do mercado e da economia, bem como o desempenho dos concorrentes e dos competidores, no mercado internacional, crescem mais rapidamente do que a capacidade do País fazer frente a esses desafios, com base em procedimentos de rotina, torna-se necessário quebrar o modelo vigente e estabelecer um novo paradigma. Portanto, a análise das condições objetivas do País, de suas necessidades, e do cenário mundial levou o Governo a estruturar o Programa Especial de Exportação - PEE.

2. O Que é o Programa Especial de Exportações - PEE

A ênfase do Governo no aumento das exportações não é nova. Desde 1995, uma série de iniciativas tem melhorado as condições do setor exportador, entre as quais destacam-se: o aperfeiçoamento dos mecanismos de financiamento, com o PROEX e o FINAMEX e a isenção do ICMS na exportação de produtos primários e semi-elaborados; a criação do seguro de crédito à exportação; a redução do "custo Brasil", em especial, pelo processo de modernização dos portos; e, recentemente, a criação da Agência de Promoção de Exportações.

Esse conjunto de medidas já começou a dar resultados. Em 1997, enquanto o comércio mundial cresceu, de acordo com o FMI, 3,4%, em valor, as exportações brasileiras aumentaram cerca de 11%. Mesmo assim, ainda há muito a ser feito para que o setor externo contribua de forma duradoura para a estabilização da economia e para a geração de empregos.

O Programa Especial de Exportações - PEE inaugura uma nova fase no relacionamento entre os setores público e privado. Ao estabelecer uma meta de exportação até 2002, o Programa cria um marco de referência não só para o Governo, mas, especialmente, para o setor produtivo. Nesse processo, o ponto central é a co-responsabilidade em busca de um objetivo nacional. Para isso, serão utilizados de forma estratégica os instrumentos disponíveis, atualizando-os e aperfeiçoando-os sempre que necessário. A ambição maior do Programa, porém, é a de organizar o setor produtivo, por meio do engajamento das lideranças empresariais para uma efetiva participação no processo exportador.

A idéia que anima o PEE é a de se criar uma forma inovadora de organização gerencial do comércio exterior. A exemplo do que ocorre no Programa Brasil em Ação, o PEE identificará como empreendimentos a serem gerenciados tanto as atividades de suporte apontadas como prioritárias, quanto os setores produtivos com potencial exportador.

Para integrar o Programa, foram selecionados 59 setores produtivos que receberão atenção especial do Governo, para conquistar ou ampliar seu espaço no mercado externo. Esses setores foram responsáveis por cerca de 88% do valor exportado pelo Brasil, em 1997. Foram definidas, também, doze atividades de suporte, consideradas fundamentais para o incremento sistemático das vendas externas: Financiamento à Exportação; Promoção Comercial; Qualidade e Tecnologia; Gestão Empresarial e Cultura da Exportação; Trading Companies; Logística; Acesso a mercados; Gestão Pública; Ajuste de Normas Tributárias; Ajuste de Normas Cambiais; Investimento para a Exportação; e Questões Trabalhistas.

3. O Gerenciamento pelas Diretrizes

O Programa Especial de Exportação adotará o Modelo de Gerenciamento pelas Diretrizes. A opção por esse método representa um novo paradigma de atuação pública, contribuindo de forma decisiva para a solução de problemas em setores apontados como prioritários para o aumento das exportações brasileiras.

Amplamente utilizado no setor privado, o Gerenciamento pelas Diretrizes desempenhará importante papel no cumprimento da meta de exportar US$ 100 bilhões em 2002. Vale reafirmar que o crescimento mais acelerado das vendas externas é fundamental para que o País enfrente alguns de seus problemas e desafios, notadamente, a geração de empregos e a própria manutenção da estabilidade econômica propiciada pelo Plano Real.

De forma simplificada, pode-se definir o Modelo de Gerenciamento pelas Diretrizes a partir de alguns conceitos básicos. Exemplos: uma diretriz consiste de uma meta e das medidas prioritárias e suficientes para se alcançar o objetivo. Toda meta é constituída de três partes: um objetivo gerencial, um valor e um prazo. Uma medida é um meio ou método específico para se atingir a meta. Gerenciamento, por fim, é a idealização e a execução de um plano de ação para atingir uma meta. Exige, primeiramente, a análise do problema e de suas causas e, a seguir, a definição e a execução de medidas suficientes para resolvê-lo, ou seja, para reduzir a distância entre o objetivo que seria alcançado com a simples administração da rotina e o que se pretende atingir como meta propriamente dita.

As condições fundamentais para o êxito do Gerenciamento pelas Diretrizes são o engajamento e a liderança da alta administração e a determinação de todos os participantes do projeto em atingir a meta global pré-estabelecida.

A implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes impõe a adoção dos seguintes princípios:

i) o estabelecimento das diretrizes anuais e de longo prazo para todos os níveis gerenciais;

ii) a execução dos Planos de Ação, que indicam as medidas prioritárias e suficientes;

iii) a verificação dos itens de controle, no acompanhamento da implementação do Plano e nos diagnósticos, avaliando-se, assim, os resultados e o grau de avanço das medidas;

iv) a reflexão, que envolve a análise da diferença entre as metas e os resultados alcançados, a determinação das causas do desvio e as recomendações de medidas corretivas - as contramedidas.

No Programa Especial de Exportações, a diretriz traçada inclui a meta de aumentar as exportações para US$ 100 bilhões, em 2002, e as doze áreas de suporte. Para isso, a diretriz geral será subdividida em diretrizes setoriais, com suas metas e novo nível de medidas. Os 59 setores selecionados e as doze áreas de suporte serão acompanhados por gerentes, cada um deles responsável por seu empreendimento e com ampla autonomia gerencial.

As gerências temáticas, encarregadas das medidas de suporte, serão exercidas por funcionários do setor público, que trabalhem na instituição responsável pelas tarefas críticas associadas ao tema. Já as gerências setoriais, às quais cabe responder pelas metas setoriais, serão ocupadas por profissionais da iniciativa privada, que representem, efetivamente, os setores envolvidos e que tenham liderança, prestígio, iniciativa e criatividade.

O gerenciamento do PEE será realizado em dois níveis:

i) por meio de reuniões da equipe gerencial com o Presidente da República, tendo em vista estimular a cooperação entre os gerentes;

ii) pela Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, à qual caberá a gerência da rotina do Programa, que envolve as atribuições de monitorar, apoiar e articular as ações do PEE. A CAMEX deverá, ainda, promover reuniões com os diversos gerentes setoriais e temáticos, para reforçar, periodicamente, o empenho e a determinação, no cumprimento das metas estabelecidas.

Com o Programa Especial de Exportações, o Governo e a iniciativa privada sugerem uma ambiciosa trajetória para as exportações brasileiras, de forma a aumentar a contribuição do setor externo para a estabilização duradoura da economia. É importante reiterar que não se trata de fazer um simples exercício de previsão, trata-se de fixar uma meta para as exportações focalizando a implementação e o gerenciamento da política pública. A trajetória desenhada para as exportações depende desse gerenciamento a ser realizado visando aumentar a produtividade decorrente dos ganhos com a abertura econômica; reduzir o viés anti-exportador, e elevar a competitividade dos produtos brasileiros com a diminuição "do custo Brasil".

Como instrumento básico de acompanhamento do PEE, será implantada uma rede informatizada, contendo um sistema completo de informações gerenciais. Esse sistema será alimentado pelos gerentes responsáveis, em tempo real e de forma exclusiva, de modo a possibilitar total transparência ao empreendimento. Com base nesse sistema, serão gerados relatórios periódicos de análise para o conhecimento do Presidente da República e dos setores envolvidos.

4. Gerentes Temáticos

 

FINANCIAMENTO EXPORTAÇÃO Darlan Doria (BNDES)
PROMOÇÃO COMERCIAL Dorothea Werneck (APEX)
GESTÃO EMPRESARIAL CULTURA EXPORTAÇÃO Mário Marconini (SECEX)
QUALIDADE TECNOLOGIA Manuel Lousada (MICT)
TRADING COMPANIES Paulo Samico (MICT)
LOGÍSTICA Fernando Perrone (BNDES)
GESTÃO PÚBLICA José Botafogo Gonçalves (CAMEX)
NORMAS TRIBUTÁRIAS Lytha Spíndola (MF-SRF)
INVESTIMENTO PARA EXPORTAÇÃO Eduardo rath Fingerl (BNDES)
QUESTÕES TRABALHISTAS Paulo Jobin (MTb)
ACESSO A MERCADOS José Alfredo Graça Lima (MRE)
NORMAS CAMBIAIS José Maria F. de Carvalho (BACEN)
 
 
 

5. Gerentes Setoriais

Programa Especial de Exportações

SETOR PRODUTIVO

GERÊNCIA SETORIAL

GERENTE

1- Açúcar e Álcool

ÚNICA- União de Agro-Ind.

Pedro Camargo Neto

 

Canavieira do Est. de SP

 

     
2- Artefatos de Borracha

ANIP- Ass. Nacional das In-

Gerardo Tommasini

 

dústrias de Pneumáticos

 

     
3- Artefatos de Plástico

ABIPLAST-Ass.Bras. da Ind.

Celso Gusso

 

do Plástico

 

     
4- Automóveis de Passageiros

ANFAVEA- Ass. Nac. dos

José Carlos da Silveira

 

Fabricantes de Veic. Autom.

Pinheiro Neto

     
(5- Chassis com Motor)

idem

idem

 

 

 

(6- Máquinas de Uso Agrícola)

idem

idem

 

 

 

(7- Ônibus)

idem

idem

 

 

 

(8- Tratores)

idem

idem

 

 

 

(9- Veículos de Carga)

idem

idem

 

 

 

10- Autopeças

SINDIPEÇAS-Sind. Nac. das

Paulo Roberto Butori

 

Ind. Compon.p/Veic. Automot.

 

     
11- Brinquedos

ABRINQ- Ass. Bras. de Fab.

Synésio Batista

 

de Brinquedos

da Costa

     
12- Cacau

BNB - Banco do Nordeste

 

 

 

 

13- Cachaça

ABRABE-Ass. Bras. de

Raquel de Almeida

 

Bebidas

Salgado

     
(14- Vinho)

idem

idem

     
15- Café

SRB- Sociedade Rural

Luiz Hafers

 

Brasileira

 

     
16- Calçados

ABICALÇADOS-Ass.Bras.

Elcio Jacometi

 

das Inds. de Calçados

 

     
17- Carne Bovina

ABIEC-Ass.Bras.Ind.Export.

Antonio Russo Neto

 

de Carnes Industrializadas

 

     
18- Carne de Frango

ABEF-Ass.Bras. dos Prod.

Claudio Martins

 

e Export. de Frango

 

     
19- Carne de Suíno

idem

idem

 

 

 

20- Castanha de Caju

BNB- Banco do Nordeste

Ronaldo Fontenele

 

 

 

21- Charutos

BNB- Banco do Nordeste

Hans Joseph Malia

 

 

Lausen

     
22- Chocolates e

ABICAB-Ass.Bras.Inds.de

Victor Meyerfreund

Produtos de Confeitaria

Chocolates, Balas e Derivados

 

     
23- Computadores

ABINEE-Ass. Bras.Inds.

Benjamin Funari Neto

e Acessórios

Elétricas e Eletrônicas

 

     
(24- Bens de Telecomunica-

idem

idem

ções)

 

 

     
(25- Bens Eletroeletrônicos

idem

idem

Para Indústria)

 

 

     
26- Confecções

ABRAVEST-Ass.Bras.do

Roberto Chadad

 

Vestuário

 

     
27-Couros

CICB-Centro das Ind.de

Arnaldo José Frizzo

 

Curtumes do Brasil

Filho

     
28- Derivados de

PETROBRÁS- Petróleo

Percy Louzada

Petróleo

Brasileiro S.A .

 

     
29- Eletrodomésticos

ELETROS-Ass. Nac. de Fab.

Roberto Macedo

 

de Prod, Eletroeletrônicos

 

     
30- Equipamentos

ABIMAQ-Ass. Bras. De

Mario Mugnaini

Mecânicos

Máquinas e Equipamentos

 

     
(31- Máquinas de

idem

idem

Terraplanagem)

 

 

     
(32- Motores)

idem

idem

 

 

 

33- Ferroligas

ABRAFE-Ass. Bras. dos

Adelmo Melgaço

 

Produtores de Ferroligas

 

     
34- Frutas

VALEXPORT-Ass. dos Export.

Fernando Almeida

 

do Vale do São Francisco

 

     
35- Fumo em Folhas/

SINDIFUMO- Sind. da Ind. do

Claudio Laureno Henn/

Cigarros

Fumo no Est. do R G do Sul

Guido Knies

     
36- Gemas, Jóias, Bijouterias

IBGM-Inst. Bras. de Gemas,

Hécliton Santini

e Metais Preciosos

Jóias e Metais Preciosos

Henriques

     
37- Grão de Soja

ABIOVE-Ass. Bras. das Ind.

Fábio Galvão Bueno

 

de Óleos Vegetais

Trigueirinho

     
(38- Óleo e Farelo de Soja)

idem

idem

 

 

 

39- Indústria Aeronáutica

AIAB-Ass. das Indústrias

Walter Bartels

 

Aeroespaciais Brasileiras

 

     
40- Indústria Ferroviária

ABIFER- Ass. Bras. da

Luís Cesário Amaro

 

Indústria Ferroviária

da Silveira

     
41- Indústria Mineral

IBRAM-Inst. Brasileiro de

José Mendo Misael

 

Mineração

de Souza

     
42- Indústria Naval

NÃO HÁ

NÃO HÁ

 

 

 

43- Madeira em Bruto

AIMEX- Ass. das Inds. de

Carlos Roberto

 

Madeira de Exportação

Vergueiro Pupo

     
44- Madeira Industrializada

ABIMCI- Ass. Bras. das Inds.

Isac Chami Zugman

 

Madeira Compens. e Indust.

 

     
45- Metais Não-Ferrosos

ABAL- Ass. Brasileira do

Hélio Maldonado Filho

 

Alumínio

 

     
46- Móveis

ABIMÓVEL- Ass. Bras. das

Nestor Bérgamo

 

Indústrias de Mobiliário

 

     
47- Papel, Celulose e

BRACELPA- Ass. Bras. dos

Bóris Tabacof

Subprodutos

Fabric. de Papel e Celulose

 

     
48- Pedras Ornamentais

ABIROCHAS-Ass. Bras. de

João Felício Scárdua

 

Rochas Ornamentais

 

     
49- Pescado

BNB- Banco do Nordeste

Sérgio Melo

 

 

 

50- Produtos Cerâmicos

ANFACER-Ass. Nac. Fabricantes

Luís Antonio Lanzi

 

de Cerâmicas p. Revestimento

 

     
51- Produtos de Higiene Pessoal,

ABIHESC-Ass. Bras. das Inds.

João Basílio

Perfumaria e Cosméticos

de Higiene Pes. Perf e Cosm.

 

     
52- Produtos Farmacêuticos

ABIFARMA- Ass. Bras. da

José Eduardo

 

Indústria Farmacêutica

Bandeira de Melo

     
53- Químicos

ABIQUIM-Ass. Bras. da

Guilherme Duque

 

Indústria Química

Estrada

     
54- Siderúrgicos Acabados

IBS-Instituto Brasileiro de

Rudolf Buhler

 

Siderurgia

 

     
55- Siderúrgicos Fundidos

ABIFA -Ass. Bras. de

José Aoad Raya

 

Fundição

 

     
56- Suco de Frutas Tropicais

ASTN - Ass. das Inds.

Etélio C. Prado

exceto de Laranja

Processadoras de Frutos Trop.

 

     
57- Suco de Laranja

ABECITRUS- Ass. Bras. dos

Ademerval Garcia

 

Exportadores de Cítricos

 

     
58- Tecidos

ABIT- Ass. Bras. da Ind.

Paulo Skaf

 

Têxtil

 

     
59- Vidro

ABIVIDRO-Ass. Bras. das

Solange Mata

 

Inds. de Vidro

Machado